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Nota de Repúdio – Ibradd Jovem

NOTA DE REPÚDIO – IBRADD JOVEM

A comissão Ibradd Jovem vem, por meio desta, manifestar-se sucintamente quanto aos graves acontecimentos políticos e jurídicos que há tempos vem sucumbindo nosso país e, principalmente, manifestar-se quanto ao posicionamento adotado por alguns centros acadêmicos das maiores faculdades de Direito de São Paulo e, porque não, do Brasil.

Nossa comissão, em total consonância com a posição adotada pelo Ibradd – Instituto Brasileiro do Direito de Defesa –, que, desde sua fundação, busca o respeito e defesa da nossa Carta Magna e do Estado Democrático de Direito, entende que o Brasil precisa, urgentemente, passar por reformas drásticas, sobretudo no âmbito político, para que possamos restaurar a ordem e dignidade da nossa República.

Como nossa comissão é composta majoritariamente por jovens graduandos em Direito, causa-nos grande espanto em ver que alguns dos centros acadêmicos, com largo histórico de lutas em prol da Democracia, confundem posicionamento ideológico-político com posicionamento jurídico, que, assim entendemos, é como deveria se portar um órgão representativo dos estudantes e futuros operadores e pensadores do Direito. A ele não cabe a parcialidade. O CA, como órgão democrático e, ressalto, representativo, teoricamente, de TODOS os estudantes, não deveria advogar nem à esquerda, nem à direita: deveria advogar a favor do Direito. Quando a isto se abdica, toda e qualquer função e poder representativo se acaba, não havendo o porquê de sua existência.

Em suma, o Ibradd e nossa comissão continuará na luta para que o devido processo legal seja respeitado, independente do acusado, e para que possamos recuperar nosso Estado Democrático de Direito, que há muito se perdeu. Ainda, deixamos aqui registrado nosso repúdio àqueles centros acadêmicos que ignoram sua função primordial de se posicionar não com achismos e ideologias, mas com fundamentação jurídica competente e adequada.

Deixamos aqui registrado, também, nosso entendimento quanto às eleições diretas: é inconstitucional, visto que o artigo 81, parágrafo primeiro, expressamente delega ao Congresso Nacional a promoção de eleições indiretas.

Luca Parentoni
Presidente da Comissão Ibradd Jovem

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